“A Microfisioterapia ou, do Francês, Microkinesitherapie, é uma técnica manual da fisioterapia que consiste em identificar no corpo a causa primária de um sintoma ou doença e, a partir disso, estimular a sua auto-cura, fazendo com que o corpo reconheça o agressor (trauma) e desencadeie a eliminação do mesmo.
Quando o sistema imunológico não consegue eliminar tal agressor, surgem as cicatrizes patológicas que ficarão na memória do tecido e atrapalharão o funcionamento das células nos vários tecidos e/ou órgãos do corpo.
A técnica tem seus princípios semelhantes aos da homeopatia, pois seguem duas leis principais: a cura pela similitude (semelhante cura o semelhante) e pelo infinitesimal (palpação mínima, medicamento diluído).
O terapeuta, através da micropalpação, procura no corpo do paciente o local onde foram instaladas as cicatrizes celulares (memórias), as quais provocarão os sintomas. Quando encontrados os “traumas”, estimula-se manualmente, com atos que simulam a agressão e desencadeiam o processo de auto-correção, restabelecendo as funções do organismo, eliminando as doenças e promovendo a saúde.
A Microfisioterapia pode ser aplicada a todos os indivíduos em todas as idades, com objetivo terapêutico ou não. Sendo o tratamento preventivo ou curativo, a fim de promover a saúde e o bem-estar.

BASE

A Microfisioterapia tem como base quatro princípios:
-> A auto-cura
A auto-cura é uma capacidade pertencente a todos os seres vivos. Através da autopoiese (capacidade do organismo de fazer algo por si mesmo para ele mesmo) o corpo reconhece seu agressor e se defende dele. Quando o corpo não reconhece o agressor, sendo este muito forte ou se manifestando de forma inesperada, a autopoiese é prejudicada e a doença se instala. O terapeuta vai informar ao corpo a origem dos sintomas e desencadeará o mecanismo de auto-cura.
-> A cicatriz patológica
A cicatriz patológica se forma quando a agressão é muito forte ou existe uma deficiência no sistema imunológico, sendo ela uma vestígio da agressão no corpo. Essa cicatriz deforma a célula, deturpando sua função e gerando os sintomas. O gesto do terapeuta é realizado sobre a cicatriz patológica, caracterizado por uma região que perdeu a sua energia vital.
-> Correção homeopática
Os gestos de correção serão efetuados sobre a cicatriz patológica (porta de entrada) e será o menor possível (micro-palpações). Desta maneira a Microfisioterapia e a homeopatia seguem as leis da cura pelo semelhante (reprodução da agressão) e do infinitesimal (medicamento diluído, palpação mínima).
-> As micropalpações
As micropalpações são os gestos manuais efetuados pelo terapeuta feitos sempre com as duas mãos em aproximação. É a sensação entre elas que vai dizer se há a perda da vitalidade no tecido, determinando a presença da memória (cicatriz) de uma agressão qualquer. Com essas palpações que o terapeuta vai informar ao corpo as agressões e desencadear o processo de auto-cura”. - Dr. Ricardo Hoffmann - Idealizador do Meeting Saúde e Vida Longa




Entenda este novo paradigma da ciência, que vê a doença como uma oportunidade e confere ao paciente a capacidade de escolher a saúde.
“A medicina vê o paciente como uma máquina: da mesma forma como considera os remédios, cirurgias, transplantes de órgãos e radiações. A proposta da Medicina Quântica é contemplar o paciente como pessoa. Mas essa perspectiva não dispensa os benefícios da medicina convencional, só ultrapassa seus limites. O objetivo é integrar a alopatia e a medicina complementar, principalmente porque muitas de suas modalidades já pressupõem a presença da consciência, admitida a existência de dimensões acima dos sistemas mecânicos. Exemplos desses métodos terapêuticos seriam a medicina oriental (acupuntura, ayurveda), as curas espirituais e a medicina mente-corpo.
Outro aspecto ressaltado por Amit Goswami é o fato de que a medicina convencional parte da premissa de que a doença tem como causa agentes externos (germes, bactérias, vírus), ou alguma disfunção mecânica nos órgãos. Assim, a cura se dá com o tratamento dos sintomas da doença até que eles desapareçam. Os meios para atingir esse objetivo são os remédios, as cirurgias etc. “Uma medicina do tipo mente-corpo parte do princípio de que a doença é consequência de um problema mental, e a cura consiste na autocorreção do problema pelo indivíduo, para o restabelecimento da saúde”, explica o físico.
Salto para a cura
Meditando sobre a teoria dessas probabilidades, Deepak Chopra, na década de 80, passou a buscar uma explicação para a autocura. A conclusão a que chegou foi a de que algumas pessoas se restabelecem porque são capazes de ativar uma faculdade de percepção interior que atua como um salto drástico – salto quântico – no mecanismo da cura. Mas como isso seria possível? Amit Goswami diz que, nesses casos,“um pensamento, uma emoção ou uma crença” pode ser a mola propulsora do processo de cura. Ainda parece complicado? O médico indiano cita o modelo da medicina ayurveda, que considera o corpo humano como algo único e formado por intensas vibrações invisíveis (vibrações quânticas), que se fundem em impulsos de energia e partículas de matéria. Esse complexo constitui a base de tudo o que somos: emoções, proteínas, células e órgãos. Para o ayurveda, todos os órgãos e sistemas do corpo possuem um equivalente quântico. Imagine uma holografia: “Você tem um pulso quântico, além do físico, e um coração quântico que o impulsiona”, diz Chopra. “Ao tratar o próprio corpo mecânico quântico, o ayurveda pode causar mudanças mais profundas que as alcançadas pela medicina convencional. Isso acontece porque a energia disponível no nível quântico é infinitamente maior”, explica o médico”. - Fonte: Revista Viva Saúde
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O AMOR É INCONDICIONAL E A PACIÊNCIA CONDICIONAL!
“Meu amor é incondicional. Minha paciência é condicional. Não porque sou dúbia ou contraditória. Explico: Um dos motivos é porque tenho amor próprio e os outros estão relacionados a estruturas das minhas crenças. O amor incondicional é um sentimento profundo, leve e livre. Ele é emanado ao universo, onde em um coração bate o coração de todos. Então, mesmo longe fisicamente, posso amar e querer bem. Mas na paciência (nesta tem um MAS bem grande), é necessário que os critérios de tolerância sejam claros, pois em nome do amor incondicional mal interpretado, corrompemos nossos valores e jogamos fora nosso poder pessoal e nosso Deus interior.
Amamos nossos filhos e faremos muito para vê-los bem. Porém, quando um filho escolhe um caminho equivocado, não o deixamos de amar, mas estabelecemos limites de convívio, espaço e presença. Portanto, sentir amor é uma escolha e os critérios de paciência também. O amor é um sentimento sem limites e a paciência é uma habilidade com limites. Posso continuar amando, mesmo que eu deixe ir embora, pois tenho o direito de decidir como quero viver. E isto não impede que o amor seja incondicional, pois, se algo me suga e me torna menor para o mundo, está me condicionando. Isto vale para todos os tipos de relações. Quando meus critérios dão limites à paciência, me liberto para amar na amplidão do universo, onde a expressão do meu amor cabe sempre, incondicionalmente”. - texto de Elis Busanello - Coaching e Palestrante Motivacional
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#1 - O mito da emoção positiva única
Falar sobre as emoções é sempre difícil, especialmente sobre a felicidade, chamada “emoção positiva”. Já citamos aqui em outros artigos desta série, que as emoções em si são neutras, e atribuição de valor a elas se dá pela experiência pessoal de cada um. Na prática, todas as emoções têm seu papel para o equilíbrio da psique. Imaginemos que as várias emoções que temos atuassem como órgãos que equilibram nossos pensamentos e mundo subjetivo, e que ao taxarmos uma de positiva ou negativa, seria como dizer que nosso coração é positivo e o pulmão negativo, quando na realidade, eles só cumprem a função biológica a que foram designados. O mesmo vale para as emoções, elas só cumprem o papel psicológico a que foram designadas. A experiência do positivo e negativo depende quanto você aprende e cria com cada uma delas.
Mas a felicidade pode ser negativa?
Em certos contextos, sim. Quando alguém a usa como ferramenta emocional para disfarçar outros sentimentos (especialmente a tristeza) a fim de se mostrar nos relacionamentos interpessoais como uma pessoa equilibrada. É só aparência! Sabe quando você precisa rir de uma piada mal contada só para agradar a pessoa que a contou ou, almoçar com aquela pessoa de algum departamento, que você não tolera, mas que compreende que as informações que ela irá lhe passar são importantes? É esse o espírito da coisa. E vale lembrar: o não exercício de cada uma das emoções faz com que elas reapareçam em nossa psique de maneira intensa, com consequências severas para nossa saúde emocional.
#02 – O negativo da felicidade
Desde estratégias de marketing até uma constante fuga de si mesmo, fazem com que a felicidade se posicione a você como algo mais importante do que ela realmente é. Não vemos empresas dizendo “viaje para o Caribe, pois com isso disfarçará a tristeza diária que domina sua vida profissional, te trazendo uma sensação de felicidade que no final poderá ser compartilhada em sua vida social”. Na verdade, isso se resume a “viaje para o Caribe e viva dias inesquecíveis”. Bem, lendo isto aqui, até parece que sou contra as pessoas serem felizes, mas é o oposto: desejo e acredito na felicidade para todos. Creio que pessoas têm potencial para compreenderem o papel de todo seu mecanismo psicológico, e assim colocar a ação e a força emocional a favor de um mundo melhor. E isto não é só atribuído a felicidade. Em momentos de mudança, as pessoas podem viver outras emoções, como a raiva, por exemplo. Mas isso falaremos mais para frente.
#03 – Ser feliz: o estado
Como qualquer emoção, o estado de felicidade é algo passageiro. É uma euforia que toma nossos comportamentos depois de uma nova conquista ou desafio ultrapassado. O orgulho com que recebemos a carta de promoção ou o reconhecimento público dos serviços prestados pelas nossas empresas. Essa euforia é vivenciada por algum tempo, até que tudo volte ao normal. Quando alguém descreve que tem uma vida feliz, podemos entender que faz um relato genérico e que em meio aos percalços que todos enfrentam em maior ou menor grau, pode se considerar que consegue prosperar e viver satisfatoriamente bem, de acordo com os seus sentidos de vida pessoal.
O monge tibetano, Matthieu Ricard, tido como o “homem mais feliz do mundo” comprovou cientificamente, através da leitura de sua atividade neuronal, que meditações que direcionam o pensamento altruísta, acionam as áreas cerebrais responsáveis pela produção da felicidade. Tive a oportunidade de assistir pessoalmente uma palestra de Matthieu, e pelas suas próprias palavras ele deixa claro que esse é um estado circunstancial que tem efeito benéfico em outras áreas da vida, o que não significa que outras emoções não precisem ser ouvidas e sentidas.
#04 – Ser feliz: o disfarce
Os primeiros estudos do inconsciente disseminados por Freud e Jung, alertavam para a importância de se observar a intensidade que algum comportamento se manifestava na consciência. Faça você este exercício: observe pessoas que se posicionam como se a felicidade fosse a única finalidade da vida. Não parece curioso perceber a limitação que essa própria pessoa se impõe: não aproveita a riqueza da experiência de viver intempéries, os sustos, as mudanças e tudo mais que pode aparecer na vida, deixando-a mais colorida, completa e madura.
#05 – Quando a felicidade vira ansiedade.
Ao se obrigar a ser feliz, sem fazer bom uso de todas as faculdades psíquicas, a chance de outros sentimentos assumirem o comando é grande. Digamos que você se concentra tanto em mexer a calda para ela não empelotar, que esquece que tinha colocado o bolo para assar e ele queima. Se nos colocamos a buscar somente a felicidade, esquecemos de prestar atenção nas outras emoções que acabam se manifestando de variadas maneiras, especialmente como ansiedade. E aí, queremos viver lá no futuro (que será feliz), não importando o que esteja acontecendo agora.
#06 – Estado de fluxo: tão felizes que nem percebemos que estamos!
Mihaly Csikszentmihalyi, psicólogo húngaro foi pioneiro ao descrever o estado de fluxo, como um estado emocional que, naquele instante, faz a vida ter muito sentido e realmente valer a pena. Nesse instante de vida, não desejamos fama ou riqueza, só seguimos o “fluxo”, como se mais nada acontecesse ao nosso redor.
Estado de Fluxo?
Sejamos práticos: sabe quando você se obrigou a resolver aquele processo problemático de sua empresa se entregando de corpo e alma em busca da resolução? E quando você se concentrou em fazer uma apresentação memorável para mostrar seu projeto a toda empresa? Ou então quando você estava tocando com sua banda para se divertir, compenetrado em seu instrumento sem que o mundo se movimentasse ao seu redor. Eu tenho uma boa notícia, você já vivenciou o estado de fluxo: e isso é a felicidade pura e criativa.
#07 – Felicidade criativa
Csikszentmihalyi define: “As realizações criativas dependem de uma imersão obstinada”, e Daniel Goleman conclui “e isto nos faz feliz”. Se colocar em estado de fluxo, é se desafiar para criar, para inovar, para se superar. Podemos afirmar que de um ponto de vista emocional, buscar o estado de fluxo na vida profissional é buscar a felicidade. Para exemplificar, assista a qualquer palestra do Prof. Clóvis de Barros no YouTube e observe a intensidade com que ele se expressa. O Prof. Clóvis está nitidamente num espaço de concentração e prazer por estar ali, que contamina positivamente a todos que o assistem.
E você, o que o coloca no estado de fluxo? Você consegue isto na sua profissão atual?
Resumo da ópera:
Sua felicidade é tão importante quanto seu coração, seu medo, seu pulmão, etc.! Trate todos bem.
Não tenha vergonha de celebrar suas conquistas pessoais e profissionais. Essa, é a felicidade que transborda e deve ser sentida em todos seus detalhes.
Encontre seu estado de fluxo; explore seu potencial criativo para ter satisfação pessoal e não somente recompensa pelo seu ofício.
Nem todos podemos ser o Matthieu Ricard (mais felizes do mundo para o mundo), mas podemos ser felizes para nosso mundo. E no final, isso é o que realmente importa. - Texto do Psicólogo Rafael Rodrigues de Souza

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